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Bebê nasce com síndrome da sereia e choca o mundo

De acordo com os médicos o síndrome da sereia está relacionado com defeitos congénitos e a anormalidades dos vasos sanguíneos do cordão umbilical. Estima-se que este síndrome afete um em cada 100 mil nascimentos de mães que tiveram uma má nutrição durante a gravidez.

Esta imagem foi captada na índia onde é a primeira vez que algo assim acontece. Muskura Bibi, de apenas 23 anos, foi a segunda a dar à luz um “bebê sereia” naquele país. Esta condição extremamente rara é chamada de sirenomelina e é facilmente detetavel nos recém nascidos, isto porque nascem com as pernas coladas. O género da criança é assim impossível de ser descoberta.

Uma das grandes razões para isto ter acontecido com o filho de Muskura foi o fato dela ter sido mal alimentada durante a gravidez por escassez de comida e dinheiro para fazer os tratamentos necessários, assim indica o Dr. Sudip Saha.

Os casos de mortalidade nestes casos são de 100%. Nenhum dos recém nascidos que nasceram com este síndrome sobreviveram, alguns sobrevivem por apenas 10 minutos e acabam por sucumbir com problemas de insuficiência renal e da bexiga.

Entenda a doença:

“A síndrome da sereia afeta um bebê a cada 100 mil nascimentos. De acordo com médicos da Universidade de Oxford, a ocorrência dos distúrbios está relacionada a defeitos congênitos ligados a anormalidades dos vasos sanguíneos do cordão umbilical. Isso porque o normal é que o feto desenvolva duas artérias umbilicais, que levam o sangue para a placenta, bem como uma veia umbilical, que faz o sentido contrário do sangue.

Segundo os médicos, a síndrome da sereia é extremamente mortal, ocorrendo, na maioria das vezes, cerca de 100 vezes mais, em gêmeos univitelinos do que em gestações isoladas em gêmeos bivitelinos.”

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